Sunday, September 23, 2012

texto por impulso

Amor, espero que te tenhas divertido ontem à noite e que as bejecas que eu não tinha em casa a semana passada te tenham finalmente tirado a sede.
Tenho mais saudades tuas a cada dia que passa, o que acho que é uma coisa boa, porque significa que sinto a tua falta, de estar contigo, de fazer amor contigo, de te abraçar, de conversar contigo, de ter-te junto de mim. Adoro-te.
Noutra nota, já ando a subir pelas paredes com a ausência de exercício. A mão e o pulso já desincharam e a nódoa negra desapareceu, faço todos os movimentos com o pulso, mas ainda não convém pôr-lhe pesos em cima, talvez amanhã ou depois, logo se vê. O único peso que queria em cima de mim agora era o teu. Lembro-me tantas vezes de como te levantei no ar no sábado passado e parecias leve como uma pena, de como nos beijámos apaixonadamente ali mesmo na rua, junto ao teu carro, quando chegaste, e o brilho dos teus olhos parecia mesmo feliz por me ver. É de momentos assim que me alimento quando não estás por perto. Amo-te.
Já acabaste o meu livro? Começo a achar que se calhar não sabes ler e que, na minha presença, te limitavas a virar as páginas... Se assim for, não percebeste nada do que escrevi até aqui, mas só precisas de reter uma coisa: AMO-TE MESMO MUITO.


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