Li no mural de uma amiga algo curioso:
"Se um feto não é uma pessoa, porque é que o homicídio de uma grávida é considerado duplo homicídio?"
Era um texto em inglês e, portanto, estava mesmo a ver-se que era coisa norte-americana. Investiguei e verifiquei que a definição não é consensual nem universal. Ou seja, um feto não é, nunca, um ser humano, porque um ser humano nasce apenas, passe o pleonasmo, no nascimento, quando sai do útero a respirar. Até então, é um ser vivo, mas uma larva não é uma borboleta.
O que acontece é que as leis seguem lógicas diferentes da natureza e alguns Estados norte-americano deliberaram proteger também o feto, quando e só se este puder sobreviver fora do útero à data da morte. Ou seja, um feto débil ou muito novo (idade medida em meses) não pode ser objecto de homicídio.

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